domingo, 18 de abril de 2010

Causas da Mortalidade Materna

   As principais causas da mortalidade materna são a hipertensão arterial, a hemorragia, as complicações decorrentes do aborto realizado em condições inseguras, a infecção pós-parto e as doenças do aparelho respiratório. Muitas vezes a realização de exames simples pode prevenir complicações para a grávida e para o bebê. Por vezes, as mulheres correm riscos porque não se sabe que elas têm pressão alta ou diabetes. As mortes maternas geralmente estão relacionadas à falta de acesso a serviços de saúde de qualidade, principalmente nas áreas rurais. Além da falta de profissionais de saúde e de serviços com condições, também contribuem para este grave problema as condições sociais e econômicas desfavoráveis das mulheres, que incluem pouca escolaridade, baixos rendimentos e desemprego. A falta de acesso e o uso inadequado de métodos anticoncepcionais, além do número insuficiente de serviços para o atendimento da mulher vítima de violência sexual, também resultam um grande número gravidezes indesejadas e, consequentemente, a realização de abortos clandestinos, feitos sem condições de higiéne e segurança, que aumentam os riscos de morte materna.

28 de Maio

Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher e Dia Nacional pela Redução da Mortalidade Materna

    Em 1984, o dia 28 de maio foi instituído como Dia Internacional de Ação pela Saúde da Mulher, no IV Encontro Internacional Mulher e Saúde (Holanda). Em 1988, foi iniciada, no 28 de maio, a Campanha de Prevenção da Mortalidade Materna, coordenada pela Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos e pela Rede de Saúde das Mulheres Latino-Americanas e Caribenhas, com expressivo envolvimento da Rede Feminista de Saúde, do Brasil. Desde 1948 o governo brasileiro vem a assumir – por meio de convenções, pactos ou planos de ação – compromissos para garantir os direitos sexuais e reprodutivos de mulheres e homens.

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